Caros colegas da PUC Minas,
Muitos de vocês devem ter lido um documento divulgado pelo DCE, intitulado “Até Quando?”, em que seu presidente faz acusações gratuitas à entidade que presido, o D.A de Comunicação (D.A.Jo.Mi.S), chegando a me destratar pessoalmente.
Toda essa reação veio a um texto anterior, que o D.A.Jo.Mi.S distribuiu na recepção aos calouros de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas, versando sobre nossa compreensão do que deveriam ser, do ponto de vista ideal, um DCE e também C.As e D.As. O título, “DCE não é gráfica”, tem como objetivo provocar uma reflexão sobre uma lógica que vem sendo reproduzida em entidades estudantis - principalmente em Universidades pagas.
A contribuição voluntária dos alunos, por uma serie de motivos, tem sido compreendida como uma mensalidade nos dias de hoje, e as entidades são então vistas como uma espécie de clube, que retribui seus associados com benefícios e serviços. Esse entendimento, como afirma o documento, prejudica as entidades estudantis e encobre a real razão de ser delas: coordenar e representar os estudantes, como indica o próprio estatuto do nosso DCE. O que queremos dizer é que os esforços ficam centrados na prestação de serviços (impressão, internet, etc.), quando acreditamos que os estudantes devem esperar e cobrar muito mais do que isso das suas entidades.
Em nenhum momento propusemos a suspensão dos serviços de impressão e internet, mas alertamos que esse é um dever da Universidade. As entidades estudantis podem e devem acrescentar, mas jamais substituir e tornar cômodo para a Universidade o não provimento de estrutura e material didático necessários aos estudantes. Reitero que essa reflexão é importante para os estudantes, para que seus C.As, D.As e DCE dêem centralidade a suas participações nos conselhos da Universidade, nos fóruns da União Nacional dos Estudantes (UNE) e em outros espaços da sociedade, defendendo os interesses da comunidade estudantil, tais como: redução das mensalidades, aumento do número de bolsas de pesquisa, melhoria da política de estágio, mais espaços para cultura e lazer no campus, mais democracia interna, entre outros.
Dessa forma, causou-nos surpresa a reação da atual gestão do DCE, que embora nem tenha sido mencionada, ofendeu-se. A resposta dada à nossa carta pelo presidente do DCE foi virulenta e personalista, citando meu nome e levantando acusações descabidas. Pergunto: tudo isso apenas por discordarem das nossas idéias ou por se sentirem tão distantes do que foi defendido? Não seria melhor juntos buscarmos fortalecer a luta pelos interesses de todos os estudantes? Não seria absurda uma disputa entre um D.A, que representa pouco mais de 1.000 alunos, e um DCE, que representa quase 40.000?
Por último, gostaria de esclarecer à comunidade acadêmica e principalmente aos estudantes de Comunicação que, ao contrário do que acusa a carta, o D.A.Jo.Mi.S tem se empenhado na representação dos estudantes junto aos fóruns estudantis e da Universidade, está presente no colegiado do curso - fazendo parcerias para o enriquecimento da formação dos alunos; participou do Conselho Nacional de Entidades de Base da UNE; do Congresso da União Estadual dos Estudantes (UEE); do Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação Social; do Congresso da UNE (diferentemente do DCE); da Conferência Municipal de Comunicação de Juiz de Fora; da Conferência Estadual de Comunicação, convocada pelo governador Aécio Neves; e da Conferência Nacional de Comunicação, convocada pelo presidente Lula, sendo lá a única entidade estudantil de Minas a comparecer institucionalmente e apresentando duas das dez moções aprovadas no evento.
Por tudo isso, nossa entidade tem sido cada vez mais reconhecida. E certamente estará na linha de frente da luta contra o aumento das mensalidades que não pode se resumir a meros adesivos e palestras. Esperamos a compreensão de todos e a presença em nossas mobilizações e promoções. Os C.As, D.As e o D.C.E somos todos nós, estudantes. Quanto mais unidos, mais onquistas.
Muitos de vocês devem ter lido um documento divulgado pelo DCE, intitulado “Até Quando?”, em que seu presidente faz acusações gratuitas à entidade que presido, o D.A de Comunicação (D.A.Jo.Mi.S), chegando a me destratar pessoalmente.
Toda essa reação veio a um texto anterior, que o D.A.Jo.Mi.S distribuiu na recepção aos calouros de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas, versando sobre nossa compreensão do que deveriam ser, do ponto de vista ideal, um DCE e também C.As e D.As. O título, “DCE não é gráfica”, tem como objetivo provocar uma reflexão sobre uma lógica que vem sendo reproduzida em entidades estudantis - principalmente em Universidades pagas.
A contribuição voluntária dos alunos, por uma serie de motivos, tem sido compreendida como uma mensalidade nos dias de hoje, e as entidades são então vistas como uma espécie de clube, que retribui seus associados com benefícios e serviços. Esse entendimento, como afirma o documento, prejudica as entidades estudantis e encobre a real razão de ser delas: coordenar e representar os estudantes, como indica o próprio estatuto do nosso DCE. O que queremos dizer é que os esforços ficam centrados na prestação de serviços (impressão, internet, etc.), quando acreditamos que os estudantes devem esperar e cobrar muito mais do que isso das suas entidades.
Em nenhum momento propusemos a suspensão dos serviços de impressão e internet, mas alertamos que esse é um dever da Universidade. As entidades estudantis podem e devem acrescentar, mas jamais substituir e tornar cômodo para a Universidade o não provimento de estrutura e material didático necessários aos estudantes. Reitero que essa reflexão é importante para os estudantes, para que seus C.As, D.As e DCE dêem centralidade a suas participações nos conselhos da Universidade, nos fóruns da União Nacional dos Estudantes (UNE) e em outros espaços da sociedade, defendendo os interesses da comunidade estudantil, tais como: redução das mensalidades, aumento do número de bolsas de pesquisa, melhoria da política de estágio, mais espaços para cultura e lazer no campus, mais democracia interna, entre outros.
Dessa forma, causou-nos surpresa a reação da atual gestão do DCE, que embora nem tenha sido mencionada, ofendeu-se. A resposta dada à nossa carta pelo presidente do DCE foi virulenta e personalista, citando meu nome e levantando acusações descabidas. Pergunto: tudo isso apenas por discordarem das nossas idéias ou por se sentirem tão distantes do que foi defendido? Não seria melhor juntos buscarmos fortalecer a luta pelos interesses de todos os estudantes? Não seria absurda uma disputa entre um D.A, que representa pouco mais de 1.000 alunos, e um DCE, que representa quase 40.000?
Por último, gostaria de esclarecer à comunidade acadêmica e principalmente aos estudantes de Comunicação que, ao contrário do que acusa a carta, o D.A.Jo.Mi.S tem se empenhado na representação dos estudantes junto aos fóruns estudantis e da Universidade, está presente no colegiado do curso - fazendo parcerias para o enriquecimento da formação dos alunos; participou do Conselho Nacional de Entidades de Base da UNE; do Congresso da União Estadual dos Estudantes (UEE); do Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação Social; do Congresso da UNE (diferentemente do DCE); da Conferência Municipal de Comunicação de Juiz de Fora; da Conferência Estadual de Comunicação, convocada pelo governador Aécio Neves; e da Conferência Nacional de Comunicação, convocada pelo presidente Lula, sendo lá a única entidade estudantil de Minas a comparecer institucionalmente e apresentando duas das dez moções aprovadas no evento.
Por tudo isso, nossa entidade tem sido cada vez mais reconhecida. E certamente estará na linha de frente da luta contra o aumento das mensalidades que não pode se resumir a meros adesivos e palestras. Esperamos a compreensão de todos e a presença em nossas mobilizações e promoções. Os C.As, D.As e o D.C.E somos todos nós, estudantes. Quanto mais unidos, mais onquistas.
Felipe Canêdo – Presidente do D.A.Jo.Mi.S de Comunicação da PUC Minas
dajomis@hotmail.com – 3267 1190
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